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O Pontal do Paranapanema voltou ao noticiário nacional. A mobilização social e atuação política do MST, ao lado de outros grupos que reivindicam terra naquela região, preocupam dirigentes governamentais, políticos e lideranças de movimentos sociais. Despertam temor e fúria em fazendeiros e proprietários de grandes áreas naquele local. Desafiam os “intérpretes do Brasil” nas universidades, na imprensa, nas embaixadas. Inquietam técnicos e órgãos de planejamento, organizações não-governamentais, cidadãos pelos campos e construções. Como o Pontal ficou assim? Porque a tensão e o conflito? Como responder à pobreza, desemprego, violência, fome e desesperança que reinam ali?
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